Ela frequenta as melhores festas, viaja o mundo todo e monta looks incríveis para qualquer ocasião. Na verdade, Bianca Brandolini, uma das maiores it-girls do momento, já nasceu chic. Filha do conde italiano Ruy Brandolini d’Adda, herdeiro de um império automobilístico, e da brasileira Georgina Brandolini (filha de um príncipe francês), o sangue nobre corre por suas veias. E, como se não bastasse, ser linda e bem nascida, a jovem de 25 anos esbanja estilo e personalidade por onde passa. Fã de tons neutros, da clássica dupla P&B e do infalível little black dress, ela aposta em combinações simples, como looks monocromáticos e vestidos elegantes com acessórios despretensiosos. Tudo isso sem deixar de lado a clutch, uma peça constante nas produções da italiana. O mood sexy sem exageros se deve às transparências, que surgem em vestidos, saias e camisas, reforçando o ar despojado de Bianca. O visual descomplicado continua quando o assunto é make, sempre clean e básico, assim como os cabelos. Ela usa e abusa das madeixas onduladas ao natural e brinca com fios lisos e tranças laterais para ambientes mais formais. Cool sem esforço.
MIL FOLHAS: O branco ganha um ar romântico por causa dos babados.
CAMISA DE SEDA + TOP + CALÇA CURTA + FLATS = LOOK SUPERCOOL
A CLUTCH DE ONCINHA ARREMATA O VISUAL MONOCROMÁTICO.
O ESTILO BOYISH GANHA UM TOQUE GIRLY COM O COLAR E AS PERNAS DE FORA.
EQUILÍBRIO FASHION:A ausência de decote garante a elegância do míni branco.
TOQUE COOL: O little black dress fica despojado na companhia das sandálias flat.
PITADA SEXY: O duo hot pants + top deixa o longo transparente ainda mais sensual.
CARTELA NEUTRA: A ankle boot cinza se fecha perfeitamente com o vestido off-white.
COMPLEMENTOS SIMPLES E DISCRETOS DEIXAM TODA A ATENÇÃO PARA O LBD.
Viagem ao Reino Unido é uma das regalias dos vencedores de premiação do British Council
O British Council, organização internacional do Reino Unido para oportunidades educacionais e relações culturais, abriu nesta sexta-feira (18.05) no Brasil as inscrições para o Prêmio Jovem Empreendedor Criativo Internacional nas áreas de Moda, Design e Mídia. Criado para celebrar as realizações e desenvolver o potencial dos jovens empreendedores criativos de todo o mundo, essa premiação anual é aberta a jovens empreendedores criativos de diversos países e patrocina pessoas que encontram novas formas de fazer o trabalho criativo chegar ao público e às comunidades.
Entre oito e 10 países são selecionados para participar a cada ano, e os escritórios do British Council em cada país selecionam um finalista nacional para representar o país no concurso internacional. Nesta edição de 2012, os vencedores ganharão uma viagem de uma semana ao Reino Unido com todas as despesas pagas e as seguintes regalias:
- Reuniões de grupo com um orientador, que falará sobre o setor de moda, design e mídia no Reino Unido - Colaboração em rede com os participantes internacionais e jovens empresários do design, moda e mídia no Reino Unido - Acesso a expoentes da moda, design e mídia britânica, incluindo aula inaugural e almoço para convidados seletos e assessoria permanente sobre potenciais investimentos - Tempo para reuniões de negócios individuais - Presença em eventos como a London Fashion Week, London Design Festival, London Film Festival e Tech City Entrepreneurs Festival
PRÉ-REQUISITOS:
- Ter entre 21 e 40 anos de idade na data da inscrição - Ter pelo menos três anos de experiência na área de moda, design ou mídia - Ser empreendedor e demonstrar capacidade na promoção e no desenvolvimento do setor da moda, design ou mídia em seu país, no contexto comercial, público ou em ambos - Ter disposição e capacidade e demonstrar potencial para ser futuro líder do setor e parceiro do Reino Unido – e ser alguém que consiga antever a continuidade do trabalho entre seu país e o Reino Unido - Ter conhecimentos de inglês em nível IELTS 6 – “usuário competente” ou mais
Para se inscrever, é necessário baixar e preencher o formulário de inscrição no site do British Council (link ao fim da página) e enviá-lo por email para yce_award_2012@britishcouncil.org.br até o dia 17 de junho.
+ Para mais informações sobre a inscrição e sobre o prêmio, acesse britishcouncil.org.br e boa sorte!
A Chanel confirmou a escolha de Brad Pitt como rosto da nova campanha do icônico perfume da maison, Chanel Nº5. O ator esteve em Londres filmando o anúncio, que deve ser revelado no final do ano. Pitt é o primeiro homem, nos 91 anos de história da fragrância, a estrelar uma campanha.
A marca de esmaltes nacional Impala lançou as suas apostas em cores para o Outono/Inverno 2012. São oito cores metalizadas em tons de verde, azul, roxo, vermelho e berinjela, reunidas em uma coleção chamada “Trem da Vida”, que faz alusão a vários momentos gostosos da vida: piquenique, deitar na rede, caixa de música, vinho e verde pássaro. Com duas novidades tecnológicas, o esmalte duocolor, que tem variação de tonalidade de acordo com a incidência da luz e o high gloss, que confere ao esmalte um aspecto brilhante sem ser cintilante.
Unidade: R$ 2,90 / Kit: R$ 19,90
A Givenchy rendeu-se à onda de fragrâncias de Oud e atualizou o seu perfume Eaudemoiselle de Givenchy. Oud é uma madeira oriental muito rara, utilizada principalmente como incenso nas mesquitas e que recentemente foi descoberta por perfumistas para ser usada como base nas suas novas criações. A Givenchy experimentou pela primeira vez este aroma, juntando-o a notas de rosa da Turquia e flor de laranjeira, para criar um novo aroma que a marca acredita ser provocante e chique.
A M.A.C lançou recentemente uma coleção intitulada Fashion Sets. São conjuntos de batom, esmalte e gloss, todos combinando, de cores que fazem muito sucesso na marca, como o Morange, o Russian Red, o Snob, o Pink Nouveau, entre outras. Entendendo que diferentes cores causam furor distinto em países diferentes, a M.A.C distribuiu um conjunto de cor a uma blogueira dos quatro cantos do mundo e pediu um breve comentário. Keiko Groves, dos Estados Unidos, comentou o conjunto na cor Rebel, Sooyen Moon, da Coreia do Sul, comentou o Saint Germain, a francesa Audrey Leighton Rogers comentou o Morange e a representante brasileira foi Julia Petit, que falou sobre a cor Russian Red, que “resgata a aura de glamour dos lábios vermelhos das divas de antigamente”. Na página de Facebook da marca você pode ler todos os comentários.
Depois dos vestidos, joias e sapatos, a beleza é o assunto mais comentado em qualquer gala frequentada por celebridades. E hoje em dia, com a maquiagem “ao natural” cada vez mais frequente, as unhas ganham um novo destaque e também permitem doses de criatividade. De mãos nude, como as de Karolina Kurkova, e às unhas de gata como as de Rihanna dentre outras.
Com a exposição que coloca frente a frente Elsa Schiaparelli e Miuccia Prada no Met, em Nova York, o surrealismo volta a ser tema de conversa em design de calçados e acessórios para a próxima estação. O humor e a falta de regras ajudam a criar acessórios com um apelo moderno e divertido. O Stylesight fez uma seleção intitulada “So Surreal” de itens, como o nome diz, surreais, novos e antigos, que podem ser uma boa influência ou inspiração para as temporadas que se aproximam ou simplesmente para deixar seu guarda-roupa mais divertido.
A partir da esquerda no alto, da esquerda para a direita: as inspirações surreais de Prada, Alexander McQueen, Kobi Levi, Nicholas Kirkwood, Chanel e Louboutin
Fantasia e maravilha inspiram saltos únicos. Inspirações leoninas com manicures perfeitas; lábios e batom são temas recorrentes e estão presentes tanto nos saltos como nos recortes do sapato; o pelo sintético dá uma extensão às botas de cano curto e cria uma silhueta mais dinâmica.
A partir da esquerda no alto, em sentido horário: as joias da Lanvin (inclusive os cavalinhos), Stephen Webster, Delfina Delletrez e Schiaparelli
Interpretações literais e muito divertidas resultam em joias únicas e surreais. Cosméticos e silhuetas são influências-chave; rostos e lábios podem ser vistos em colares e gargantilhas; formatos de animais criam broches que lembram brinquedos infantis; inspirações em insetos, como abelhas, também são comuns.
A partir da esquerda no alto, em sentido horário: as miniaturas surreais de Lulu Guinness, Olympia Le Tan, Elsa Schiaparelli e Sonia Rykiel
O icônico conjunto “olho e lábio” ganha protagonismo na passarela. Um telefone vintage abre para revelar pó compacto; itens de uso diário, como livros, viram clutchs em cores vibrantes; a bolsinha em formato de câmera mostra os seus detalhes com técnicas trompe l’oeil, um truque para enganar o olho.
Ashley Greene tinha uma plano inicial: tornar-se uma modelo de sucesso. Ao completar 17 anos, mudou-se de Jacksonville, na Flórida, para Los Angeles, na Califórnia, onde recebeu a triste notícia de que seu 1,65 cm não era suficiente para a carreira de mulheres altas e magérrimas. Foi então que Ashley, fã de Audrey Hepburn, decidiu se inspirar na eterna Bonequinha de Luxo e mudar de profissão – começou atuando em pequenas produções locais e pontas em TV e cinema, quando enfim ganhou os holofotes, em 2008, ao ser escolhida para interpretar Alice Cullen, irmã do vampiro Edward, na saga Crepúsculo. E, de lá para cá, ela vem chamando a atenção dos fashionistas por seus looks, a tal ponto que chegou a receber um prêmio de ícone de estilo jovem em Hollywood. Se em Crepúsculo sua personagem tem cabelos curtos e aparência pálida, fora das telas o visual é bem diferente. Adepta dos cabelos longos, Ashley usa e abusa de diferentes estilos, com ondas, liso chapado ou coques. Na hora de se vestir, o menu também é amplo: não abre mão de saias e vestidos, que podem ter shape clean ou volumes e texturas, dependendo da ocasião. Os comprimentos também não seguem um padrão preestabelecido e podem ser longos, mídi ou míni. O denominador comum? O salto alto, o fiel escudeiro das baixinhas. Quando o assunto é a cartela de cores, Ashley também deixa a monotonia de lado e investe em tons neutros, como branco, preto e nude, combinados a nuances mais vivas e ousadas. Um mix para lá de esperto.
O VISUAL P&B FICA MAIS DESPOJADO COM SANDÁLIAS GLADIADORAS.
DUPLA DINÂMICA: A clutch pied-de-poule e os escarpins vermelhos quebram a monotonia do branco.
ACESSÓRIOS BRONZE SÃO A COMPANHIA IDEAL PARA O CORAL.
VESTIDO DE UM OMBRO SÓ + NUDE ROSÊ = LOOK ELEGANTE.
TOQUE DE OURO: O pretinho básico ganha graça por meio do bordado.
O AZUL-KLEIN INJETA COR NO LITTLE BLACK DRESS.
EFEITO MONOCROMÁTICO: O look de tons de bege é superchic e fresh.
LEI DO EQUILÍBRIO: O vestido com textura é arrematado com poucos acessórios.
A ligação de Lake Bell com a moda não é recente. Quando era mais nova, a atriz nova-iorquina brincava de se intitular editora de moda do jornal do colégio onde estudava. Não é para menos. Afinal, a mãe era modelo e estava sempre por dentro das tendências do momento – e Lake acompanhava cada detalhe bem de perto. Já o gosto pelo cinema surgiu mais tarde, quando descobriu seu lado cômico em produções teatrais durante a faculdade. Em 2008, atuou em Jogo de Amor em Las Vegas ao lado de Ashton Kutcher com quem voltou a trabalhar em 2011 na comédia Sexo Sem Compromisso. Se no cinema a atriz é cheia de exageros e gargalhadas, na hora de se vestir a conversa é diferente. Ela investe em tons neutros, é fã do preto e do branco e brinca com as cores entre uma produção e outra, sempre com acessórios descolados, como um cinto, uma clutch ou colares para alegrar. O make clean, a franja repicada e o cabelo despretensioso, às vezes com o jeito de bagunçado, arrematam sua pegada cool.
A TRANSPARÊNCIA RENOVA A DUPLA T-SHIRT + JEANS.
O MINIVESTIDO GANHA A COMPANHIA DE COMPLEMENTOS NEUTROS.
DUPLA DE SUCESSO: O duo preto e branco é um dos preferidos da atriz.
ELEMENTO SURPRESA: Os pumps verdes injetam cor no look.
O TOQUE ÉTNICO SÃO OS ACESSÓRIOS.
O CINTO ARROJADO ARREMATA O LITTLE BLACK DRESS.
PÉS NO CHÃO: A produção fica ainda mais bacana com as botas flat.
CARTELA HARMÔNICA: O mix do violeta com o verde-jade marca pontos.
A relação entre cinema e moda é, de forma indubitável, simbiótica. Involuntariamente – ou até voluntariamente – esses dois universos artísticos se influenciam e transformam o cotidiano em poesia, as formas e cores em tendências. O site FFW selecionou alguns longas-metragens, clássicos e atuais, que representam em definitivo essa ligação. De Antonioni e Buñuel a Sofia Coppola e Tom Ford, assista aos trailers e deixe-se levar pela beleza e o drama tão inerentes a essas obras.
“A Bela da Tarde” – “Belle de Jour” (1967)
Luis Buñel consolidou o surrealismo na 7ª arte com seu grande clássico, obrigatório para estudantes de cinema, “Um Cão Andaluz” (1929). Em “A Bela da Tarde” (1967), Catherine Deneuve faz o papel de uma pacata dona de casa em Paris que decide viver suas fantasias sexuais, não supridas pelo seu marido, nas ruas, como uma prostituta em suas horas vagas. Com figurino de Yves Saint Laurent e com a musa da elegância no século 20, Deneuve, no elenco, a relação do filme com a moda fala por si só.
“Direito de Amar“ – “A Single Man“ (2009)
Dirigido pelo estilista Tom Ford, ex-diretor criativo da Gucci, este filme respira moda. Com Colin Firth e Julianne Moore no elenco, o trama aborda a vida de George, um professor de inglês em Los Angeles após a morte de seu namorado. Com pensamentos suicidas, George acaba influenciando aqueles à sua volta pelo peso do luto, enquanto isso, o personagem se prepara para a morte. Atenção a fotografia e a cenografia do filme, impecáveis. Entre outros destaques, está o figurino assinado por Arianne Phillips, e a presença estonteante da modelo brasileira Aline Weber
“Barbarella“ (1968)
Um clássico do cinema trash sexual de ficção científica, “Barbarella” (1968) é tudo o que o “futurismo” sessentista tinha de melhor, incluindo o figurino, feito por Paco Rabanne, designer francês conhecido pela estética futurista em suas roupas. Na história, a personagem de Jane Fonda, Barbarella, é uma astronauta do século 41, que vai ao Planeta Lythion (!) para combater o vilão alienígena Durang Durang – sim, foi disto que a banda Duran Duran tirou o nome – na cidade de Sogo, curiosamente as duas primeiras sílabas de Sodoma e Gomorra.
“Dolls” (2002)
“Dolls” se destaca em relação aos outros filmes, tanto por ser o único não-ocidental, mas também por possuir um dos melhores figurinos na lista. Se há um mérito em que o cinema japonês se sobressai dos outros é o uso das cores. Com vermelhos saturados, brancos estourados e um belo uso de constrastes, a fotografia e direção de arte fazem um espetáculo a parte. Neste filme do diretor japonês Takeshi Kitano, são contadas três histórias, a de um amor em oposição às decisões da família, a de um mafioso Yakuza que vive a nostalgia de um amor perdido e a de um pop star desfigurado que se vê diante do fanatismo de sua maior fã.
“Flashdance“ (1983)
Dança é pura expressão corporal, e por este viés está relacionada com a moda. Um dos grandes clássicos sobre a dança é “Flashdance” (1983), onde Jennifer Beals faz o papel de Alex Owens, uma operária de dia e dançarina de boate à noite que treina incessantemente para tentar entrar em uma conceituada escola de ballet. Deste filme saiu a música Maniac, enorme referência cult nas boates hoje em dia.
“Laranja Mecânica“ – “A Clockwork Orange“ (1971)
Provavelmente a grande obra-prima de Stanley Kubrick, Laranja Mecânica (1971) é um marco do cinema, tendo influenciado não somente a moda, mas também toda uma geração de artistas, seja pela paleta de cores (laranja, branco e preto), pelas interpretações ou pela direção de arte. É o cult no mais sentido mais completo do termo: cultuado. Na história, Alex DeLarge é o líder dos The Droogs, uma gangue suburbana em uma Inglaterra futurista. Eles se encontram todas as noites para espalharem o caos pela cidade, estuprando, espancando mendigos, roubando e matando. Eventualmente Alex é preso e submetido a uma lavagem cerebral que o torna dócil, transformando-o em uma propaganda para o governo.
“Maria Antonieta“ - “Marie Antoinette“ (2006)
Maria Antonieta foi a rainha da França e Navarra no século 18. A esposa de Luís XVI, é hoje uma das maiores representações icônicas do luxo e da moda imperial. Tendo como residência, em maior parte de sua vida, o palácio de Versailles. Neste filme, protagonizado pela atriz Kirsten Dunst e dirigido por Sofia Coppola, a história toma conta de sua ascênsão e declínio, que terminou com a perda de sua cabeça, literalmente falando, após julgamento durante a revolução francesa. No que diz respeito ao figurino, vencedor do Oscar em 2007, Milena Canonero criou uma infinidade de vestidos, que aliados com elaborados penteados e cerca de vinte sapatos especialmente criados por Manolo Blahnik, fizeram jus ao estilo vivido pela rainha.
“Velvet Goldmine“ (1998)
Um homônimo da música de David Bowie e com “Rise” e “Fall” no subtítulo, se torna óbvio que o filme trata da vida do artista britânico; mas não. Apesar de ser esta a intenção do diretor, Bowie não quis vender os direitos autorais de suas músicas, alegando pretender fazer ele mesmo um filme sobre o Glam Rock algum dia. Direitos à parte, é disso que o filme trata. Longe de ser somente um estilo musical, o Glam foi o estilo de uma geração, tendo influenciado a moda em todos os segmentos com seus couros, metais, cabelos vermelhos e poses à la Ziggy Stardust. Com Jonathan Rhys Meyers e Christian Bale, o filme conta a história de de um repórter(Christian Bale) que investiga a vida de Brian Slade (Jonathan Rhys Meyers), um astro glam dos anos 1970.
“Bonequinha de Luxo“ - “Breakfast at Tiffany’s“ (1961)
Baseado no romance de Truman Capote, “Bonequinha de Luxo” (1961) traz o que pode ser considerado o principal papel de Audrey Hepburn no cinema. Paul Varjak (George Peppard), um escritor se muda para um apartamento em Nova York, onde começa a observar os costumes de sua vizinha, Holly Golightly (Audrey Hepburn), é uma acompanhante de luxo que esbanja sensualidade, classe e sofisticação nas festas da cidade, mas esconde uma personalidade frágil e metódica, fruto de problemas pessoais como seu casamento aos 14 anos e sua fuga de casa devido à pobreza familiar. Se há uma imagem que resume beleza e luxo no cinema do século 20, com certeza é a de Audrey Hepburn usando Givenchy com colar, luvas e seu cigarro na piteira.
“Studio 54“ (1998) e “Boogie Nights“ (1997)
Dois filmes sobre lendária discoteca de Manhattan e outro a indústria pornográfica na Californa, mas a mesma proposta: ilustrar o estilo de vida, comportamento e a moda nos anos 70. Em “Studio 54″ (1998) é contada a história de Steve Rubell (Mike Myers), o criador do clube que tinha como frequentadores praticamente todas as celebridades interessantes vivas nos anos 70. De Sinatra a Warhol e Michael Jackson a Woody Allen, a casa era o antro da cultura pop, onde fãs só podiam sonhar sobre as conversas que saiam do lugar. Pulando para outro mundo glamuroso, “Boogie Nights” (1997) se passa na outra costa dos Estados Unidos. Centrado na indústria pornográfica da California, onde Eddie Adams (Mark Wahlberg) conhece o diretor de cinema pornô Jack Horner (Burt Reynolds), que o transforma em Dirk Diggler, um astro da pornografia. Dois lados opostos do mesmo país e duas cenas sociais são unidas pela mesma palavra: glamour.
“Blowup“ – “Blow-up: Depois Daquele Beijo“ (1966)
Antes de qualquer coisa, “Blowup” (1966) é uma aula. Uma aula de semiótica, fotografia, moda e direção. Baseado no conto “As Babas do Diabo” (1959), de Júlio Cortázar, o filme de Michelangelo Antonioni também entra para a lista dos obrigatórios para qualquer estudante de fotografia e moda. No enredo, Thomas (David Hemmings), um fotógrafo de moda conceituado, divide seu trabalho com outros fetiches particulares. Durante o exercício de um deles, acaba fazendo imagens voyeurs de Jane (Vanessa Redgrave) e seu provável amante. Analisando as fotos, Thomas fica obcecado por um detalhe atrás de uma árvore, o que o leva crer que tenha ocorrido um assassinato no momento em que estava fazendo as fotos. Este foi um dos primeiros filmes na carreira de Jane Birkin, além de também mostrar a eterna musa da moda Veruschka em ensaios sexuais sensuais.
Natural da Austrália, a atriz Mia Wasikowska carrega na certidão de nascimento o sobrenome difícil de pronunciar de sua mãe polonesa. Filha de fotógrafos, ela se interessou pelas artes desde cedo. Começou no balé aos 9 anos e, aos 15, fez sua primeira atuação no cinema. Depois de muitos filmes locais e algumas pontas em TV e teatro, Mia ganhou os holofotes em 2010, quando atuou ao lado de Johnny Depp no papel principal em Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. No fim das gravações, trocou as longas madeixas loiras, meio infantis, pelo cabelo supercurto, bem mais moderno. E passou a investir de vez no estilo clássico com glamour, abastecido por muitos vestidos curtos e cheios de detalhes – rendas, transparências, brilhos, texturas. O look girlie fica completo com a cintura marcada e as saias rodadas ou com volume. Arrematando a produção em grande estilo, ela aposta em um make delicado, que realça ainda mais seu rosto de boneca.
O LONGO DE FESTA GANHA SHAPE CONTEMPORÂNEO.
ELEMENTO SURPRESA: O black dress deixa de ser básico por causa das texturas.
NA MEDIDA: O romance da renda e do tom neutro do vestido é equilibrado com os recortes nos ombros.
O PRETO DÁ SOBRIEDADE NA MEDIDA CERTA AO LOOK LUMINOSO.
TOQUE MODERNO: Transparência e simetria garantem um visual nada óbvio.
O COMPRIMENTO MINI É COMPENSADO PELAS MANGAS LONGAS.
INVISTA NO MIX DE ALFAIATARIA MODERNA E PEÇAS BÁSICAS.